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Nossa organização

Pastor Terry Johnson

Presidente da EETAD

“Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (Atos 17.11)

Elogiamos aqueles indivíduos que praticam atos nobres, como dar sua vida pelo próximo ou doar um grande valor para entidades filantrópicas, mas não reconhecemos o ato de estudar a Palavra de Deus como nobre. Observamos na receptividade dos bereanos à proclamação desta Palavra por Paulo que esse ato é, sim, de grande nobreza. Por quê? Estudar a Palavra de Deus é considerado nobre aos olhos de Deus. Ele se agrada em ver Seu povo lendo, conhecendo, estudando e colocando-a em prática. O Salmo 94.12 diz: “Bem-aventurado é o homem a quem tu repreendes, ó Senhor, e a quem ensinas a tua lei”.

Estudar a Palavra de Deus é considerado nobre aos olhos dos homens pelo afeto que têm por ela, pois continua sendo o livro mais vendido no mundo até hoje. O imperador brasileiro Dom Pedro II disse: “Eu amo a Bíblia, eu a leio todos os dias, e quanto mais a leio, tanto mais a amo”.

Estudar a Palavra de Deus é nobre devido ao seu impacto transformador. Hebreus 4.12 declara que “a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. Essa Palavra penetra até o íntimo do indivíduo para operar uma transformação que nenhum médico, medicamento, psiquiatra, político ou pregador pode trazer.

Estudar a Palavra de Deus é nobre porque seu ensino é uma das atividades mais importantes da igreja. Jesus declarou em Mateus 28.19 e 20: “Ide, ensinai todas as nações […] ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado”. A igreja não existe sem a Palavra de Deus e sua pregação ou ensino. O evangelismo e o ensino andam de mãos dadas, um ao lado do outro.

Estudar a Palavra de Deus é nobre porque a obra de Deus não é feita sem ela. 2 Timóteo 3.16,17 nos lembra que toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.

Na próxima vez que você, caro aluno, pegar seu livro-texto para estudar, com a Bíblia aberta ao lado, lembre-se de que este ato é um dos mais nobres na vida. Como fizeram os irmãos bereanos, estude com intensidade e propósito, examinando e conferindo a matéria com a Palavra de Deus. Se levar seus estudos a sério, você aumentará seu conhecimento, edificará sua vida espiritual e será uma bênção para o Reino de Deus e as pessoas ao seu redor.

Bons estudos!

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Pastor Gunar Berg​

Superintendente da EETAD

Uma das primeiras lições que os redatores aprendem é que não devem encher seus textos com muitos elogios, sob pena de desvalorizar aquilo que pretendiam enaltecer. A ideia geral é que uma coisa muito elogiada não deve ser boa de verdade. Como dizem, menos é mais. Eu não discordo desta regra; na verdade, defendo-a e a ensino. Entretanto, há momentos especiais em que, em nome da precisão e da verdade, não nos restam alternativas senão cometer o exagero de vários elogios. Este é um momento assim.

Sempre que analiso a história da EETAD, e o fiz e faço muitas vezes, pois como Superintendente desta casa, vejo-me obrigado a contar sobre ela sempre que me pedem, percebo o quanto esta Escola contribuiu para o crescimento das Assembleias de Deus no Brasil e do Reino de Deus de modo mais amplo. Muitos dos nomes que agora estampam os institucionais de nossas igrejas são conhecidos porque um dia passaram pela EETAD, ou pelo Ministério Bernhard Johnson. O Pastor Antônio Gilberto, um doutor de nossa denominação, foi o primeiro a dirigir academicamente a EETAD. O servo de Deus Donald Stamps, que dedicou sua vida para produzir os comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal, um tesouro assembleiano, também foi autor de um Manual de Estudos da EETAD, e seu trabalho e residência no Brasil foram apoiados pelo Ministério Bernhard Johnson. Até mesmo em ambientes outros, além da Teologia, o Ministério Bernhard Johnson e a EETAD contribuíram grandemente. Por exemplo, o Pastor Victorino Silva foi o cantor oficial das cruzadas evangelísticas do Missionário Bernhard Johnson, e o Pastor Elienai Cabral foi extremamente atuante neste mesmo ministério evangelístico durante a sua juventude.

É por esses e outros motivos que não há como falar da EETAD sem elogiá-la em tudo e tanto. Aliás, não há como falar sobre ela sem louvar acaloradamente a Cristo por esta Escola e pela bênção que ela representa.

Pr. Claudionor de Andrade

Conselheiro Bíblico

Achar um erudito, em nossos púlpitos, até que não é difícil. Mas encontrar um sábio genuinamente bíblico, em alguns seminários, é tarefa cansativa e extenuante. Minha angústia deve-se ao fato de haver, entre a maioria dos seminaristas, uma fome insaciável por livros e bibliografias. A esses leitores vorazes – nossos futuros doutrinadores e teólogos – falta aquela sede que instou o rei Salomão a rogar, a Deus, pela genuína sabedoria. Por este motivo, constranjo-me a descrever esta fase de nossa jornada pelo ensino teológico, como a era do conhecimento, mas não como a da legítima e santa ciência bíblica.

Em termos mais simples e incisivos, o que falta realmente a esta geração de seminaristas prestes a ouvir o sonido da última trombeta?

A esta geração falta o temor a Deus, conforme escreve Salomão, filho de Davi: “O temor do Senhor é o princípio da ciência; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução” (Pv 1:7). Se tivermos, pois, de caracterizar os atuais frequentadores de nossos seminários, seremos forçados a caricaturá-los como amantes do mero conhecimento, e não como aqueles que, amando profundamente a verdadeira Sabedoria – Jesus Cristo, nosso divino Senhor –, levantam-se logo de madrugada, para buscá-lo (Pv 8:17,18).

A verdadeira cultura não advém apenas do consumo irracional e compulsivo de livros; origina-se a cultura verdadeira, desejável e, evangelicamente, produtiva, de um único fator: da leitura, da meditação e da obediência à Bíblia Sagrada, o incomparável Livro dos livros. Ela origina-se, ainda, da oração, da vigilância espiritual e da prática das boas obras. Infelizes os que supõem não existir vida inteligente fora dos catálogos das editoras e das listas glamorosas dos best-sellers. Além desse universo ilusório, há uma vida sábia e insondável, conforme escreve o apóstolo Paulo, que muito empenhou-se contra as trevas e a ignorância espiritual:

“Porque quero que saibais quão grande combate tenho por vós, e pelos que estão em Laodiceia, e por quantos não viram o meu rosto em carne; para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus — Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência” (Cl 2:1-3).

Eu já fui criticado por não citar tanto autores, como o faz aquele escritor ou aquel outro escrevinhador. Também já fui criticado, porque, num dos meus livros, não apresentei uma bibliografia. Esses críticos ainda não perceberam, que um autor só deve pedir ajuda a outro autor, quando não tiver autoridade suficiente para tratar de um assunto. Afinal, o autor deveria ser a autoridade do tema a que se propôs tratar. Se numa obra, portanto, não teve ele de recorrer a qualquer autoridade, além das Escrituras – a autoridade das autoridades –, por que haveria ele de espessar a sua obra com uma bibliografia extensa, cara e, às vezes, inútil e falsa?

Fui convocado, já faz algum tempo, a escrever uma obra sobre antropologia bíblica. Além de orar, rogando ao meu Senhor a iluminação imprescindível do Espírito Santo, pus-me a meditar sobre a temática. E, graças a Deus, meu espírito aclarou-se para entender, com mais propriedade, uma doutrina tão indispensável à nossa salvação. Já com o tema deslindado em minha alma, pus-me a redigir o livro. Nesse trabalho, em particular, a Bíblia Sagrada foi-me suficiente, porquanto ela é suficiente em si mesma; biblioteca inesgotável. Sendo assim, não careci de bibliografia alguma. Críticas? Tive-as. O interessante é que elas orbitaram não o meu conteúdo, mas o não haver eu encerrado aquele escrito com uma bibliografia tipicamente acadêmica – extensa, inesgotável e quase infinita.

Não sou inimigo das citações, nem adversário das bibliografias. Aliás, se fizermos uso de uma pesquisa alheia, que seja esta honradamente destacada. E se utilizarmos uma vintena de obras, que cada uma dessas vinte obras sejam rigorosamente mencionadas. Afinal, a ética cristã aconselha-nos a não plagiarmos o escopo de outrem, nem a furtarmos a ideia deste mestre ou daquele doutor. Levemos em conta, outrossim, que nem todo livro requer uma lista de obras consultadas, recitadas e, ao longo de sua redação, parcialmente reproduzidas. Além do mais, não carecemos de citações para escrever o óbvio. Por que criar uma nota de roda pé, a fim de enfatizar que a Bíblia Sagrada é composta pelo Antigo e pelo Novo Testamentos? Tal informação já é de domínio público; está-nos sempre à palma da mão.

Concernente a este assunto, recorrerei a Rui Barbosa (1849-1923) um dos maiores representantes da língua portuguesa: “Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, porque passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas”.

Os chamados pais da igreja somente citavam outros autores, quando viam-se aquém ou além de sua autoridade. Todavia, jamais deixavam de recorrer aos santos profetas e apóstolos de Nosso Senhor. Já em nosso tempo, vejamos como procedia John Stott? Bastava-lhe a confiança no Filho de Deus; sua simplicidade era uma erudição em si mesma – rara e santa. Concernente aos autores das Assembleias de Deus, no Brasil, apetece-me destacar Emílio Conde e Eurico Bergstén. Saudosos, mas ainda lecionando à nossa geração, não se prendiam a citações ou bibliografias. Quando indispensáveis, porém, humildemente demonstravam sua abençoada e sólida cultura.

Como, pois, devemos agir? Se autores, busquemos, em Cristo, a autoridade suficiente para falar o que convém à Sã Doutrina. Se pregadores, jamais nos acanhemos da Mensagem da Cruz; proclamemos com ousadia o que Nosso Senhor, naquele instante, confiar-nos. Mas, se o momento urge uma citação, não a escondamos. Se a instância exigir-nos uma bibliografia, mostremos nosso zelo na apuração das fontes, na seleção dos livros e na acareação dos autores.

Fujamos, entretanto, à livro-dependência. Não sejamos leitores passivos que, acrítica e medrosamente, curvam-se a este livro recém-lançado e já best-seller, ou escravizam-se àquele tomo volumoso e imponente já na centésima edição. Não nos reduzamos à servidão, acovardados por este escritor midiático, mas tristemente neófito, ou por aquele autor que, vetusto e laureado, jamais deixará de ser um novato. Curvemo-nos apenas à Bíblia Sagrada, a inspirada e inerrante Palavra de Deus. O salmista Davi insta-nos a meditar dia e noite na Lei do Senhor, pois somente assim obteremos a sabedoria verdadeira e eterna:

“Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará” (Sl 1:1-3).

Ao ler este cântico didático, constranjo-me a fugir de muitas livrarias e bibliotecas que, inimigas de Nosso Senhor, enchem suas estantes de blasfêmias, incredulidades e mentiras. Mas negam-se a vender um único exemplar da Bíblia Sagrada – a verdade das verdades. Estar entre suas prateleiras é rodear-se daqueles que mortalmente odeiam a Deus. Por isto, abramos as Escrituras. Abrindo-as e, cotidianamente, lendo-as e nelas meditando, ver-nos-emos diante dos santos profetas e dos apóstolos do Cordeiro – os melhores homens de todos os tempos e lugares.

Se tivermos fome e sede pelas Escrituras, jamais nos perderemos num século vazio, perverso, hipócrita e inimigo de Deus. Que os nossos seminaristas coloquem sempre a Bíblia Sagrada, em primeiro lugar. Que o façam desde já, pois serão nossos futuros doutrinadores e teólogos.

Pastor Terrence Bernhard Johnson (EUA)

PRESIDENTE

Pastor José Wellington Bezerra da Costa (SP)

VICE-PRESIDENTE

Pastor Luiz Gonzaga de Lima (AC)

PRIMEIRO SECRETÁRIO

Pastor Nilton dos Santos (SC)

SEGUNDO SECRETÁRIO

Pastor José Martins Calais Jr. (MG)

TERCEIRO SECRETÁRIO

Pastor Gunar Berg (SP)

PRIMEIRO TESOUREIRO

Pastor Salvador Antunes (MG)

SEGUNDO TESOUREIRO

O Conselho Fiscal busca, através dos princípios da Governança Corporativa de transparência, equidade e prestação de contas, contribuir para o melhor desempenho da organização.

Apesar de o órgão ter caráter colegiado, os conselheiros possuem poder de atuação individual. Pode ser permanente ou não, conforme dispuser o estatuto.

MEMBROS

Pastor Orcival Pereira Xavier (GO)
Pastor Roberto José dos Santos (PE)
Pastor Elinaldo Renovato de Lima (RN)

Este órgão tem por função assessorar e auxiliar a Diretoria na análise das decisões. Formado por Pastores notadamente experientes, o Conselho Consultivo tem a missão de discutir as ações e proposições, emprestando segurança à tomada de decisão.

MEMBROS PELA REGIÃO NORTE

Pastor Sadraque Muniz (RO)

MEMBROS PELA REGIÃO NORDESTE

Pastor Nestor Mesquita (PI)
Pastor José Carlos Lima (PB)
Pastor Martins Alves da Silva (RN)

MEMBROS PELA REGIÃO CENTRO-OESTE

Pastor Gleidson Joaquim Bastos (GO)
Pastor Gentil Rosa de Oliveira (GO)
Pastor Nilson Costa do Santos (MS)

MEMBROS PELA REGIÃO SUDESTE

Pastor Samuel Cássio Ferreira (SP)
Pastor Eliseu Menezes (RJ)
Pastor Orlando Dias de Souza (MG)

MEMBROS PELA REGIÃO SUL

Pastor Eloir dos Santos (PR)
Pastor Isaías Cardoso (PR)

REPRESENTANTE INTERNACIONAL

Pastor Paulo Gomes (POR)
Pastor Luís Reis (POR)